A Linha das Ratazanas
Ao término da II Guerra, o Vaticano facilitou a fuga de centenas de nazistas da Europa, fornecendo-lhes passaportes falsos da Cruz Vermelha.
A rota de fuga, conhecida como Linha das Ratazanas, envolvia uma rede de mosteiros europeus usados para abrigar criminosos de guerra. Esses eram encaminhados da Alemanha e de outros países antes ocupados pelos nazistas até a América Latina.
Genocidas como Adolf Eichmann, Klaus Barbie e Ante Pavelic aportaram em Buenos Aires disfarçados de padres.
Como no caso de Klaus Barbie, vários desses criminosos tornaram-se consultores de ditaturas da América Latina, contribuindo com seus conhecimentos nas técnicas de repressão e tortura aperfeiçoadas durante o III Reich.
http://english.peopledaily.com.cn/english/200010/03/eng20001003_51790.html
quinta-feira, 16 de julho de 2009
O Drama dos Castrados - Comentário de um amigo meu
O drama dos castrados. A igreja, que tinha proibido que mulheres cantassem no coral das igrejas, enfrenta um problema trágico: como não torturar os ouvidos dos piedosos prelados de cristo, privando-os das vozes sopranas, tão importantes nos coros para louvar o amor a deus? Uma solução bárbara é encontrada: castrar jovens meninos cuja voz tenha sido considerada bela. Nos corais da Santa Igreja católica não faltarão assim nunca os sopranos e contraltos...
Esta prática bárbara só terminará em 1878, por ordem do Papa Leao XIII. Mas é mantida ainda durante o século XIX, ao ponto de Rossini, quando ele compôs a "Pequena missa solene", escrever, com naturalidade, que serão suficientes para executá-la, "um piano e uma dúzia de cantores dos três sexos, homens, mulheres e castrados".
Ano de 1506
"Pogrom" de Lisboa: 3000 judeus são trucidados pelos piedosos católicos, incitados pelos prelados.
Século XVI
Júlio II della Rovere, papa. Hábil chefe militar, ele veste uma armadura durante a missa, quando um monge insolente lhe diz que o traje não é conveniente. "Quando se trata de conquistar terras, deus não faz questão do traje, mas da fé do seu servidor", lhe responde, passando assim a História. Deus lhe permitiu, de fato, conquistar a cidade de Bolonha, que foi, como deveria, posta a saque.
http://www.ateus.net/artigos/historia/a_pagina_negra_do_cristianismo.php
Esta prática bárbara só terminará em 1878, por ordem do Papa Leao XIII. Mas é mantida ainda durante o século XIX, ao ponto de Rossini, quando ele compôs a "Pequena missa solene", escrever, com naturalidade, que serão suficientes para executá-la, "um piano e uma dúzia de cantores dos três sexos, homens, mulheres e castrados".
Ano de 1506
"Pogrom" de Lisboa: 3000 judeus são trucidados pelos piedosos católicos, incitados pelos prelados.
Século XVI
Júlio II della Rovere, papa. Hábil chefe militar, ele veste uma armadura durante a missa, quando um monge insolente lhe diz que o traje não é conveniente. "Quando se trata de conquistar terras, deus não faz questão do traje, mas da fé do seu servidor", lhe responde, passando assim a História. Deus lhe permitiu, de fato, conquistar a cidade de Bolonha, que foi, como deveria, posta a saque.
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O Papa de Hitler
O papa de Hitler
categorias: Holocausto
Os bastidores da Igreja
É impossível olhar com atenção para a fotografia reproduzida na capa deste ruidoso livro do jornalista e escritor católico John Cornwell sem desconfiar que algo muito podre começava a se desenrolar nos bastidores da igreja católica por volta do final da década de 1920.
A foto, tirada em março de 1929, mostra o então arcebispo Eugenio Maria Giuseppe Giovanni Pacelli, futuro papa Pio XII, deixando o palácio presidencial em Berlin, onde estivera para dar início aos acertos de uma concordata, que viria a conceder vantagens religiosas e educacionais à Igreja católica alemã, em troca de seu afastamento das ações sociais e políticas que se desenrolavam à época naquele país.
Imposta pelo Vaticano, por meio do então Arcebispo Pacelli, essa abdicação "voluntária" do catolicismo político alemão acabou sendo essencial para que Hitler, alguns anos mais tarde, pudesse, sem entraves, chegar legalmente ao poder.
Essa história e muitas outras que marcam o polêmico pontificado de Pio XII foram exaustivamente escarafunchadas por Cornwell, que começou sua pesquisa com a esperança de escrever uma biografia que viesse a inocentar Pio XII das acusações de omisso em relação ao holocausto judeu que pesam sobre ele. "O material que levantei não serviam para inocentar Pacelli, em vez disso consolidava as acusações", escreve Cornowell.
A pesquisa e o texto de Cornwell são tão convincentes que o leitor é forçado a chegar à seguinte conclusão: sim, Hitler foi um capeta, mas não foi sem a ajuda de muitos que conseguiu refazer o cenário do inferno.--por Hamilton dos Santos.
ESSAS FOTOS RODARAM O MUNDO...Impossível negar a evidência dos fatos!
O Vaticano sempre perseguiu os judeus! NAS ESCOLAS CATÓLICAS AS CRIANÇAS ERAM ENSINADAS A SEREM ANTI-SEMITAS! HÁ CENTENAS DE GRAVURAS QUE COMPROVAM ISTO...
http://www.nobeliefs.com/Hitler1.htm
http://www.nobeliefs.com/nazis.htm
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Os bastidores da Igreja
É impossível olhar com atenção para a fotografia reproduzida na capa deste ruidoso livro do jornalista e escritor católico John Cornwell sem desconfiar que algo muito podre começava a se desenrolar nos bastidores da igreja católica por volta do final da década de 1920.
A foto, tirada em março de 1929, mostra o então arcebispo Eugenio Maria Giuseppe Giovanni Pacelli, futuro papa Pio XII, deixando o palácio presidencial em Berlin, onde estivera para dar início aos acertos de uma concordata, que viria a conceder vantagens religiosas e educacionais à Igreja católica alemã, em troca de seu afastamento das ações sociais e políticas que se desenrolavam à época naquele país.
Imposta pelo Vaticano, por meio do então Arcebispo Pacelli, essa abdicação "voluntária" do catolicismo político alemão acabou sendo essencial para que Hitler, alguns anos mais tarde, pudesse, sem entraves, chegar legalmente ao poder.
Essa história e muitas outras que marcam o polêmico pontificado de Pio XII foram exaustivamente escarafunchadas por Cornwell, que começou sua pesquisa com a esperança de escrever uma biografia que viesse a inocentar Pio XII das acusações de omisso em relação ao holocausto judeu que pesam sobre ele. "O material que levantei não serviam para inocentar Pacelli, em vez disso consolidava as acusações", escreve Cornowell.
A pesquisa e o texto de Cornwell são tão convincentes que o leitor é forçado a chegar à seguinte conclusão: sim, Hitler foi um capeta, mas não foi sem a ajuda de muitos que conseguiu refazer o cenário do inferno.--por Hamilton dos Santos.
ESSAS FOTOS RODARAM O MUNDO...Impossível negar a evidência dos fatos!
O Vaticano sempre perseguiu os judeus! NAS ESCOLAS CATÓLICAS AS CRIANÇAS ERAM ENSINADAS A SEREM ANTI-SEMITAS! HÁ CENTENAS DE GRAVURAS QUE COMPROVAM ISTO...
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O Caminho do Racismo para o Brasil II
E, por falar em RACISMO...DISCRIMINAÇÃO...
categorias: A Escravidão no Brasil
Quanto à escravidão do negro, tanto no Brasil como nas demais colônias ibéricas, houve pouco debate e/ou ações que visassem romper com seu cativeiro. Esse foi, para os historiadores oficiais, um limite típico do período histórico, claramente perceptível no silêncio dos jesuítas.
Rubert (1981, p. 290) menciona que mesmo os jesuítas foram pouco críticos em relação aos escravos africanos, chegando a possuí-los em quantidade suficiente para "tocar suas obras".
“Parecia a todos uma mercadoria lícita! Os escrúpulos porventura existentes quanto à servidão dos índios, desapareciam com a servidão dos pretos...Nem os jesuítas tinham escrúpulos de possuí-los.
Nóbrega, escrevendo ao provincial de Portugal, dizia: 'A melhor coisa que se podia dar a este Colégio seria duas dúzias de escravos'.
Vainfas – que, enquanto historiador, assume uma postura diametralmente oposta a de Rubert – acusa abertamente a Igreja de afirmar ideologicamente a necessidade de escravizar o negro, para assim, poder salvá-lo de si mesmo.
Desta forma a descoberta e conquista das Índias foi julgada entrar nos planos de Deus, e foi mesmo considerada o maior acontecimento da história da "salvação", após a criação do mundo e a encarnação de Jesus Cristo”. (Hoornaert, 1982/1997, p. 65)
A Igreja, enquanto instituição, não visualizava outro modo de ampliar a fé católica e, nesse sentido, compactuava com o processo de conquista e com boa parte de suas conseqüências sobre os povos submetidos.
Muito rapidamente se desfez a idéia, de que havia encontrado o paraíso e as relações com os nativos assumiram sua real feição de dominação e sujeição, inclusive religiosa.
Segundo Azzi: “À medida, porém, que o nativo procurou resistir à invasão e usurpação de suas terras por parte dos colonizadores, começou a ser visto como inimigo da fé, impedindo a expansão do reino de Deus. Como adversário da cristandade, devia ser combatido e morto”.(Azzi, p. 189)
Morrer resistindo ou se converter e tornar escravo. Não existiam espaços de diálogo e/ou encontro com o diferente, o que, na prática, resultou em genocídio indígena e, posteriormente, africano
”Para Anchieta, o mundo indígena, que ele encontra, é o mundo da ‘desgraça’. O Deus-Tupã com seu clã de anjos, santos e missionários combate nos autos anchietanos o clã do Demônio-Anhángua com seus espíritos malignos, pajés/feiticeiros e índios não-convertidos.
É preciso ‘vencer o diabo, mundo e carne, que continuamente contra nós pelejam e trabalham por nos vencer’, exorta o missionário no ‘Sermão da Conversão de S. Paulo.” (Suess, 1997, P. 520)
Hoornaert aponta de modo explicito a relação existente entre estruturas de Igreja e estruturas do Estado português, enquanto participantes do empreendimento escravagista. Para este autor, a Igreja está diretamente envolvida: ela legitima a escravidão através do modo como concebe o batismo dos africanos e fecha os olhos às atrocidades cometidas, desde o apresamento até a chegada desses homens e mulheres à América.
Hoornaert afirma categoricamente: “O sistema sacramental funcionava, também, como regulador e legitimador da situação de escravidão: antes de embarcar para o Brasil os negros comprados tinham que ser batizados logo depois do pagamento do quinto real. O batismo fazia parte das formalidades do tráfico negreiro.
Quanto ao casamento, não se hesitou em desfazer os laços conjugais contraídos na África e de condenar os escravos a uma vida de solteiro no Brasil.
O papa Gregório XIII decretou, em 1585, que os casamentos africanos podiam ser desfeitos...legitimando desta forma o tráfico negreiro...o escravo não encontrou na Igreja nem apoio, nem defesa. Ele teve que lutar só...
categorias: A Escravidão no Brasil
Quanto à escravidão do negro, tanto no Brasil como nas demais colônias ibéricas, houve pouco debate e/ou ações que visassem romper com seu cativeiro. Esse foi, para os historiadores oficiais, um limite típico do período histórico, claramente perceptível no silêncio dos jesuítas.
Rubert (1981, p. 290) menciona que mesmo os jesuítas foram pouco críticos em relação aos escravos africanos, chegando a possuí-los em quantidade suficiente para "tocar suas obras".
“Parecia a todos uma mercadoria lícita! Os escrúpulos porventura existentes quanto à servidão dos índios, desapareciam com a servidão dos pretos...Nem os jesuítas tinham escrúpulos de possuí-los.
Nóbrega, escrevendo ao provincial de Portugal, dizia: 'A melhor coisa que se podia dar a este Colégio seria duas dúzias de escravos'.
Vainfas – que, enquanto historiador, assume uma postura diametralmente oposta a de Rubert – acusa abertamente a Igreja de afirmar ideologicamente a necessidade de escravizar o negro, para assim, poder salvá-lo de si mesmo.
Desta forma a descoberta e conquista das Índias foi julgada entrar nos planos de Deus, e foi mesmo considerada o maior acontecimento da história da "salvação", após a criação do mundo e a encarnação de Jesus Cristo”. (Hoornaert, 1982/1997, p. 65)
A Igreja, enquanto instituição, não visualizava outro modo de ampliar a fé católica e, nesse sentido, compactuava com o processo de conquista e com boa parte de suas conseqüências sobre os povos submetidos.
Muito rapidamente se desfez a idéia, de que havia encontrado o paraíso e as relações com os nativos assumiram sua real feição de dominação e sujeição, inclusive religiosa.
Segundo Azzi: “À medida, porém, que o nativo procurou resistir à invasão e usurpação de suas terras por parte dos colonizadores, começou a ser visto como inimigo da fé, impedindo a expansão do reino de Deus. Como adversário da cristandade, devia ser combatido e morto”.(Azzi, p. 189)
Morrer resistindo ou se converter e tornar escravo. Não existiam espaços de diálogo e/ou encontro com o diferente, o que, na prática, resultou em genocídio indígena e, posteriormente, africano
”Para Anchieta, o mundo indígena, que ele encontra, é o mundo da ‘desgraça’. O Deus-Tupã com seu clã de anjos, santos e missionários combate nos autos anchietanos o clã do Demônio-Anhángua com seus espíritos malignos, pajés/feiticeiros e índios não-convertidos.
É preciso ‘vencer o diabo, mundo e carne, que continuamente contra nós pelejam e trabalham por nos vencer’, exorta o missionário no ‘Sermão da Conversão de S. Paulo.” (Suess, 1997, P. 520)
Hoornaert aponta de modo explicito a relação existente entre estruturas de Igreja e estruturas do Estado português, enquanto participantes do empreendimento escravagista. Para este autor, a Igreja está diretamente envolvida: ela legitima a escravidão através do modo como concebe o batismo dos africanos e fecha os olhos às atrocidades cometidas, desde o apresamento até a chegada desses homens e mulheres à América.
Hoornaert afirma categoricamente: “O sistema sacramental funcionava, também, como regulador e legitimador da situação de escravidão: antes de embarcar para o Brasil os negros comprados tinham que ser batizados logo depois do pagamento do quinto real. O batismo fazia parte das formalidades do tráfico negreiro.
Quanto ao casamento, não se hesitou em desfazer os laços conjugais contraídos na África e de condenar os escravos a uma vida de solteiro no Brasil.
O papa Gregório XIII decretou, em 1585, que os casamentos africanos podiam ser desfeitos...legitimando desta forma o tráfico negreiro...o escravo não encontrou na Igreja nem apoio, nem defesa. Ele teve que lutar só...
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A RAIZ DO RACISMO...
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Os intelectuais da Igreja e os letrados refletiram o significado religioso da escravidão. Após detalhar os argumentos apresentados por Antônio Vieira, Antonil e Jorge Benci, Vainfas conclui que, havia um discurso legitimador da escravidão, que, apesar de apresentar divergências no que se refere aos argumentos, em nenhum momento colocava em questão a necessidade de se acabar com esta forma de expropriação do outro.
Por fim, uma unanimidade notável: negros, herdeiros de Cam, etíopes eleitos por Deus, pretos bem apresados ou simplesmente mãos e pés do senhor, os escravos legítimos são os africanos.” (Vainfas, 1986,100)
O processo de colonização européia se baseou em dois pés direitos: O canhão e a religião. Quando o uso do canhão não é recomendável, se usa a religião.
O canhão destrói e a religião só muda os programas do cérebro: mantem a parte física. Nos tempos atuais, os colonizadores dominam o poder da Mídia, que ajuda manter o controle social e a continuidade da posse das riquezas existentes nos países dominados.
QUE TAL ISTO:
Os africanos dizem que “quando os religiosos chegaram na África, tinham a Bíblia e os africanos a terra. Hoje, os religiosos têm a terra e os africanos a Bíblia!”.
É uma conseqüência do estudo da História, o nascimento da consciência da necessidade da libertação cultural, econômica, etc., que está florecendo na mente dos estudantes em diversas universidades das Américas.
PORTANTO, ESTUDEM UM POUCO DE HISTÓRIA. MEDIEVAL, CLÁSSICA, E ATÉ MITOLÓGICA... AQUI VC PODERÁ, INCLUSIVE, ENCONTRAR OS MITOS, DE QUE SE VALERAM OS ROMANOS PARA FORMAREM A ICAR!!
RECOMENDO INCLUSIVE QUE LEIAM A HISTÓRIA DOS PAPAS...
Nada como conhecer a HISTÓRIA, para compreender o Genocídio dos Índios, a raiz do Racismo; a intolerância religiosa; o machismo; a xenofobia, etc...
"CONHECEREIS A VERDADE, E ELA VOS LIBERTARÁ" Mt, Mc
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Os intelectuais da Igreja e os letrados refletiram o significado religioso da escravidão. Após detalhar os argumentos apresentados por Antônio Vieira, Antonil e Jorge Benci, Vainfas conclui que, havia um discurso legitimador da escravidão, que, apesar de apresentar divergências no que se refere aos argumentos, em nenhum momento colocava em questão a necessidade de se acabar com esta forma de expropriação do outro.
Por fim, uma unanimidade notável: negros, herdeiros de Cam, etíopes eleitos por Deus, pretos bem apresados ou simplesmente mãos e pés do senhor, os escravos legítimos são os africanos.” (Vainfas, 1986,100)
O processo de colonização européia se baseou em dois pés direitos: O canhão e a religião. Quando o uso do canhão não é recomendável, se usa a religião.
O canhão destrói e a religião só muda os programas do cérebro: mantem a parte física. Nos tempos atuais, os colonizadores dominam o poder da Mídia, que ajuda manter o controle social e a continuidade da posse das riquezas existentes nos países dominados.
QUE TAL ISTO:
Os africanos dizem que “quando os religiosos chegaram na África, tinham a Bíblia e os africanos a terra. Hoje, os religiosos têm a terra e os africanos a Bíblia!”.
É uma conseqüência do estudo da História, o nascimento da consciência da necessidade da libertação cultural, econômica, etc., que está florecendo na mente dos estudantes em diversas universidades das Américas.
PORTANTO, ESTUDEM UM POUCO DE HISTÓRIA. MEDIEVAL, CLÁSSICA, E ATÉ MITOLÓGICA... AQUI VC PODERÁ, INCLUSIVE, ENCONTRAR OS MITOS, DE QUE SE VALERAM OS ROMANOS PARA FORMAREM A ICAR!!
RECOMENDO INCLUSIVE QUE LEIAM A HISTÓRIA DOS PAPAS...
Nada como conhecer a HISTÓRIA, para compreender o Genocídio dos Índios, a raiz do Racismo; a intolerância religiosa; o machismo; a xenofobia, etc...
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Eu não poderia abandonar este tópico, sem antes dar algumas informações, preciosíssimas, QUANTO AOS LIVROS QUE FORAM "DELETADOS" DA FAMOSA BÍBLIA...
Basta que se leia e TODA COMPREENSÃO VIRÁ! Uma única dúvida põe no lixo toda e qualquer contestação: Estes livros são da mesma época que os outros do AT, POR QUE NÃO FORAM INCLUÍDOS???
LEIAM...A RESPOSTA ESTÁ IMPLÍCITA NA PERGUNTA.
São só alguns vers. referentes às mulheres, e como, DE FATO, ELAS ERAM IMPORTANTES, ANTES DOS LIVROS SEREM EXCLUÍDOS E OUTROS TORNADOS CÂNONES...
DETALHE: APÓCRIFOS QUER DIZER "SECRETOS, VELADOS" E NÃO "FALSOS". Quem disser o contrário, está a desinformar.
Livro de Hur:
Miriam foi a primeira a entrar no Mar Vermelho, entre os milhares de Israel, que então bradaram: "Eis a rainha do mar". Quando todo o seu povo estava a salvo no deserto, ela promoveu uma festa, na qual Miriam e as mulheres de Israel dançaram de alegria.
Livro de Jazer
A riqueza que os hebreus levavam consigo lhe angariava a amizade, ou pelo menos a indulgencia, dos povos das nações, pois o comércio do ouro em troca dos frutos da sua terra deixava-os ricos. MIRIAM, entretanto, percebeu que em breve, assim procedendo, seu povo estaria pobre. Então, ela o aconselhou a cultivar a terra e a domesticar os animais da região.
Livro de Tobias
Miriam poderia ser, com justiã, chamada a mãe da nação hebraica, pois foi ela quem livrou o povo do desespero da sede, ensinando-lhes a cavar poços, e estimulando-o a arar e semear os campos, com os grãos que ela trouxe consigo do Egito, e a criar ovelhas e bois, que também do Egito havia trazido, aos casais, deu-lhe condições de poder bastar-se.
Livro de Hur
A disputa entre Moises e Miriam era sobre a aplicação das leis e costumes prescritos por JETRO. Ela arumentou e ponderou com muita sabedoria. "Não são as leis e costumes dos filhos de Jacó suficientes para governar o povo, pois o tem feito há 400 anos? Por certo a sabedoria dos nossos antepassados é maior que a dos midianitas." O POVO TOMOU O PARTIDO DE MIRIAM.
Livro de Jezer
Miriam era contrária à introdução das leis promulgadas por Jetro. Ela sabia muito bem que se se permitisse que Séfora morasse entre os filhos de Israel, os costumes de Midian seriam adotados, os casamentos consaguineos realizar-se-iam e que tais práticas tenderiam a engolfa-los nas nações. Todos os dias da vida de Miriam totalizaram centro e vinte anos. Durante sua existencia os israelitas não receberam outras leis e costumes senão os de Abraão, Isaac e Jacó. Os patriarcas de cada faília governavam.
Livro de Otoniel
Quando o povo das nações, os moabitas, os ferezeus, os hivitas, os amorreus, os jebuseus e os hititas souberam que Miriam havia morrido, comoveram-se, porque ela impedira MOISÉS de os destruir.
Livro de Finéias
Moisés, após a disputa com Miriam, nunca mais tentou estabelecer as leis de Jetro, a não ser algum tempo depois da morte dela. Era intenção dele ISOLA-LA, certo de que, se não fosse pelo temperamento dela,teria podido instalar o povo em Canaã durante sua vida, o que seria para a comunidade um bem. MAS O MÉTODO DE MOISÉS ERA MATAR E DESTRUIR o que encontrasse pela frente, e o de Miriam era o oposto. Após a morte de Míriam, eles conservaram por algum tempo o método que ela lhes deixara; mas como o povo não podia aplica-lo como ela, por nao ter a SUA SABEDORIA, todos estavam perplexos e essa perplexidade tornava-se cada dia mais perceptível. Finalmente, as queixas chegaram aos ouvidos de Moisés. Para reparar o ressentimento, Moisés aconselha o povo a eleger aqueles que acredita capazes de julgar as pessoas. Que todos devessem escolher era agradável para a multidão, por cujo meio Moisés teve 60 pessoas para ajuda-lo na administração. A primeira coisa que Moises propos foi a admissão e adoção de Séfora e seus filhos.
Moises pouco depois TOMOU O TITULO DE REI; e tendo incluido Nadab e Abiu, e os 70 anciãos que falavam pelo povo em seu plano de formar a monarquia hebréia, eles se reuniram no MONTE SINAI e juntamente com Jetro determinaram as regras do governo.
CREIO QUE FICOU CLARO QUEM DEU AS LEIS PARA OS ISRAELITAS...
Voces conhecem o livro de Jasher?
ELE FOI DECLARADO COMO PERDIDO...PORQUE?????
Ele é citado DUAS VEZES NO AT, em Josué e no Segundo Livro de Samuel, mas foi RETIRADO DO AT...
Jasher declara ter recebido informações de CALEB, seu pai, e HESRON, e de AZUBA, sua mãe. Além de ter participado da campanha de Moisés...
NO SÉCULO XVIII, em 1750, ele deveria ter sido incluído na Bíblia, antes do Livro de Josué... Jasher, além de confirmar todas estas outras Escrituras, que falam de MIRIAM, ainda corroboram as afirmações de que MOISÉS era violento, E JETRO É QUE DÁ AS LEIS PARA OS ISRAELITAS!!!
Estes livros são partes do ANTIGO TESTAMENTO, ou seja, É UMA OUTRA BÍBLIA!
PARECE CONFUSO? Aos poucos vamos esclarecendo os fatos...
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Basta que se leia e TODA COMPREENSÃO VIRÁ! Uma única dúvida põe no lixo toda e qualquer contestação: Estes livros são da mesma época que os outros do AT, POR QUE NÃO FORAM INCLUÍDOS???
LEIAM...A RESPOSTA ESTÁ IMPLÍCITA NA PERGUNTA.
São só alguns vers. referentes às mulheres, e como, DE FATO, ELAS ERAM IMPORTANTES, ANTES DOS LIVROS SEREM EXCLUÍDOS E OUTROS TORNADOS CÂNONES...
DETALHE: APÓCRIFOS QUER DIZER "SECRETOS, VELADOS" E NÃO "FALSOS". Quem disser o contrário, está a desinformar.
Livro de Hur:
Miriam foi a primeira a entrar no Mar Vermelho, entre os milhares de Israel, que então bradaram: "Eis a rainha do mar". Quando todo o seu povo estava a salvo no deserto, ela promoveu uma festa, na qual Miriam e as mulheres de Israel dançaram de alegria.
Livro de Jazer
A riqueza que os hebreus levavam consigo lhe angariava a amizade, ou pelo menos a indulgencia, dos povos das nações, pois o comércio do ouro em troca dos frutos da sua terra deixava-os ricos. MIRIAM, entretanto, percebeu que em breve, assim procedendo, seu povo estaria pobre. Então, ela o aconselhou a cultivar a terra e a domesticar os animais da região.
Livro de Tobias
Miriam poderia ser, com justiã, chamada a mãe da nação hebraica, pois foi ela quem livrou o povo do desespero da sede, ensinando-lhes a cavar poços, e estimulando-o a arar e semear os campos, com os grãos que ela trouxe consigo do Egito, e a criar ovelhas e bois, que também do Egito havia trazido, aos casais, deu-lhe condições de poder bastar-se.
Livro de Hur
A disputa entre Moises e Miriam era sobre a aplicação das leis e costumes prescritos por JETRO. Ela arumentou e ponderou com muita sabedoria. "Não são as leis e costumes dos filhos de Jacó suficientes para governar o povo, pois o tem feito há 400 anos? Por certo a sabedoria dos nossos antepassados é maior que a dos midianitas." O POVO TOMOU O PARTIDO DE MIRIAM.
Livro de Jezer
Miriam era contrária à introdução das leis promulgadas por Jetro. Ela sabia muito bem que se se permitisse que Séfora morasse entre os filhos de Israel, os costumes de Midian seriam adotados, os casamentos consaguineos realizar-se-iam e que tais práticas tenderiam a engolfa-los nas nações. Todos os dias da vida de Miriam totalizaram centro e vinte anos. Durante sua existencia os israelitas não receberam outras leis e costumes senão os de Abraão, Isaac e Jacó. Os patriarcas de cada faília governavam.
Livro de Otoniel
Quando o povo das nações, os moabitas, os ferezeus, os hivitas, os amorreus, os jebuseus e os hititas souberam que Miriam havia morrido, comoveram-se, porque ela impedira MOISÉS de os destruir.
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Moisés, após a disputa com Miriam, nunca mais tentou estabelecer as leis de Jetro, a não ser algum tempo depois da morte dela. Era intenção dele ISOLA-LA, certo de que, se não fosse pelo temperamento dela,teria podido instalar o povo em Canaã durante sua vida, o que seria para a comunidade um bem. MAS O MÉTODO DE MOISÉS ERA MATAR E DESTRUIR o que encontrasse pela frente, e o de Miriam era o oposto. Após a morte de Míriam, eles conservaram por algum tempo o método que ela lhes deixara; mas como o povo não podia aplica-lo como ela, por nao ter a SUA SABEDORIA, todos estavam perplexos e essa perplexidade tornava-se cada dia mais perceptível. Finalmente, as queixas chegaram aos ouvidos de Moisés. Para reparar o ressentimento, Moisés aconselha o povo a eleger aqueles que acredita capazes de julgar as pessoas. Que todos devessem escolher era agradável para a multidão, por cujo meio Moisés teve 60 pessoas para ajuda-lo na administração. A primeira coisa que Moises propos foi a admissão e adoção de Séfora e seus filhos.
Moises pouco depois TOMOU O TITULO DE REI; e tendo incluido Nadab e Abiu, e os 70 anciãos que falavam pelo povo em seu plano de formar a monarquia hebréia, eles se reuniram no MONTE SINAI e juntamente com Jetro determinaram as regras do governo.
CREIO QUE FICOU CLARO QUEM DEU AS LEIS PARA OS ISRAELITAS...
Voces conhecem o livro de Jasher?
ELE FOI DECLARADO COMO PERDIDO...PORQUE?????
Ele é citado DUAS VEZES NO AT, em Josué e no Segundo Livro de Samuel, mas foi RETIRADO DO AT...
Jasher declara ter recebido informações de CALEB, seu pai, e HESRON, e de AZUBA, sua mãe. Além de ter participado da campanha de Moisés...
NO SÉCULO XVIII, em 1750, ele deveria ter sido incluído na Bíblia, antes do Livro de Josué... Jasher, além de confirmar todas estas outras Escrituras, que falam de MIRIAM, ainda corroboram as afirmações de que MOISÉS era violento, E JETRO É QUE DÁ AS LEIS PARA OS ISRAELITAS!!!
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Gênesis Revisitado - Série Antropológica
Série Antropológica: Gênesis Revisitado
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Claude Levi-Strauss cautelosamente evitou a realização de uma análise estruturalista do Gênesis, sob a alegação de que "a mitologia do Velho Testamento foi distorcida pelas operações intelectuais dos editores bíblicos", além do fato de considerar o contexto etnográfico como "quase inteiramente ausente" nos referidos textos.
Esta argumentação foi refutada por Leach em seu brilhante artigo "A Legitimidade de Salomão", no qual demonstrou a existência na Bíblia de evidências etnográficas passíveis de serem analisadas pelo método antropológico, além da consideração que a sequência cronológica que foi estabelecida pelos "editores" tem, "por si mesma, um significado estrutural".
Concordamos com Leach sobre a disponibilidade do material bíblico para a análise antropológica, e também que os antropólogos, que utilizam os mitos de outras religiões, devem abandonar o seu "melindre extraordinário com a análise do Cristianismo e do Judaismo que são religiões nas quais eles próprios, ou seus amigos próximos, estão profundamente envolvidos".
Retomamos, portanto, neste trabalho, o texto bíblico do Gênesis, buscando demonstrar que os "editores bíblicos", através do tempo, procuraram mediante uma atitude censorial uma espécie de "pasteurização" do discurso original, numa tentativa de adequá-lo aos valores morais e culturais de suas respectivas épocas.
Contudo, os trechos que foram objetos de cortes não tiveram o seu registro totalmente apagado, continuam disponíveis em outros textos,principalmente os da religião Judáica.
A legitimidade etnográfica desse material pode ser invocada, pois o Cristianismo é uma religião derivada do Judaismo, partilhando com o mesmo o discurso mítico contido no Velho Testamento.
Ao retomarmos a análise das histórias que tem como cenário o Jardim do
Edem seguimos a trilha aberta por Frazer, Freud e principalmente o próprio Leach, mas, ao contrário desses Autores, pretendemos utilizar dos trechos que foram extirpados nas sucessivas edições do discurso mítico.
No sétimo dia da Criação, Deus criou o homem à sua imagem: "à imagem de Deus o criou: macho e fêmea os criou" (Genesis, 1, 27). Tal afirmação categórica é uma negação da versão mais difundida a de que o homem foi criado antes da mulher.
Neste ponto, existem interpretações diferentes. A primeira é a de que Adão seria um ser andrógino (macho e fêmea) e que a separação de Eva representaria a cisão da criatura original andrógina em duas.
A androginia de Adão é explicada em alguns textos rabínicos, como no Sepher Ha-Zohar, que contem a afirmação de rabi Abba: "O primeiro homem era macho e fêmea ao mesmo tempo, pois a escritura diz:
E Elohim disse: façamos o homem à nossa imagem e semelhança (Gênesis, 1,26). É precisamente para que o homem se assemelhasse a Deus que foi criado macho e fêmea ao mesmo tempo".
Existe, contudo, uma outra interpretação, que nos parece mais fascinante, a de que, a exemplo do que foi feito com os animais, Deus teria criado um casal: Adão e uma mulher que antecedeu a Eva. Esta mulher primordial teria sido Lilith, figura bastante conhecida da antiga tradição judáica.
Existe, contudo, uma outra interpretação, que nos parece mais fascinante, a de que, a exemplo do que foi feito com os animais,Esta mulher primordial teria sido Lilith, figura bastante conhecida da antiga tradição judáica.
Lilith não se submeteu à dominação masculina. A sua forma de reivindicar igualdade foi a de recusar a forma de relação sexual com o homem por cima. Por isto, fugiu para o Mar Vermelho.
Adão queixou-se ao Criador, que enviou três anjos em busca da noiva rebelde. Os três anjos eram Sanvi, Sansanvi e Samangelaf.
Os emissários do Senhor tentaram em vão convencer a fujona. Ameaçaram afogá-la no mar10. Lilith, porém, respondeu:
"Deixem-me, não sabeis que não fui criada em vão e que é meu destino dizimar recém-nascidos; enquanto é um menino tenho poder sobre ele até o oitavo dia, se é menina, até o vigésimo.
No entanto, ela jurou aos anjos, em nome do Deus vivo, de que sempre que avistasse as figuras ouapenas os nomes dos mensageiros de Deus, deixaria a criança em paz. Também aceitou o fato de que diariamente iriam perecer cem de seus próprios filhos".
Lilith foi transformada em um demônio femínino..."
QUE FIQUE CLARO QUE O CARÁTER "DEMONÍACO" NA ANTIGUIDADE NÃO INDUZIA, NECESSARIAMENTE, AO MAL.
O fato mais relevante, e de profunda importância é a apresentação do GÊNESIS ORIGINAL HEBRÁICO, que foi compilado e utilizado pelo VATICANO PARA SUBMETER AS MULHERES PARA SEGUNDO PLANO!
Além destes estudos, quero apresentar os textos originais, de onde os HEBREUS COMPILARAM O GÊNESIS, e o
utras histórias...
Portanto, mulheres não foram criadas da "costela" de nenhum Adão, esta história estava CODIFICADA, CRIPTOGRAFADA NAS ESCRITURAS HEBRÁICAS, OU O ANTIGO TESTAMENTO, COMO QUEIRAM!!!
E, como vimos no capítulo da Inquisição, este mito foi absurdamente utilizado pelo Vaticano para HUMILHAR AS MULHERES!
categorias: Arqueologia, a História oculta da Humanidade
Claude Levi-Strauss cautelosamente evitou a realização de uma análise estruturalista do Gênesis, sob a alegação de que "a mitologia do Velho Testamento foi distorcida pelas operações intelectuais dos editores bíblicos", além do fato de considerar o contexto etnográfico como "quase inteiramente ausente" nos referidos textos.
Esta argumentação foi refutada por Leach em seu brilhante artigo "A Legitimidade de Salomão", no qual demonstrou a existência na Bíblia de evidências etnográficas passíveis de serem analisadas pelo método antropológico, além da consideração que a sequência cronológica que foi estabelecida pelos "editores" tem, "por si mesma, um significado estrutural".
Concordamos com Leach sobre a disponibilidade do material bíblico para a análise antropológica, e também que os antropólogos, que utilizam os mitos de outras religiões, devem abandonar o seu "melindre extraordinário com a análise do Cristianismo e do Judaismo que são religiões nas quais eles próprios, ou seus amigos próximos, estão profundamente envolvidos".
Retomamos, portanto, neste trabalho, o texto bíblico do Gênesis, buscando demonstrar que os "editores bíblicos", através do tempo, procuraram mediante uma atitude censorial uma espécie de "pasteurização" do discurso original, numa tentativa de adequá-lo aos valores morais e culturais de suas respectivas épocas.
Contudo, os trechos que foram objetos de cortes não tiveram o seu registro totalmente apagado, continuam disponíveis em outros textos,principalmente os da religião Judáica.
A legitimidade etnográfica desse material pode ser invocada, pois o Cristianismo é uma religião derivada do Judaismo, partilhando com o mesmo o discurso mítico contido no Velho Testamento.
Ao retomarmos a análise das histórias que tem como cenário o Jardim do
Edem seguimos a trilha aberta por Frazer, Freud e principalmente o próprio Leach, mas, ao contrário desses Autores, pretendemos utilizar dos trechos que foram extirpados nas sucessivas edições do discurso mítico.
No sétimo dia da Criação, Deus criou o homem à sua imagem: "à imagem de Deus o criou: macho e fêmea os criou" (Genesis, 1, 27). Tal afirmação categórica é uma negação da versão mais difundida a de que o homem foi criado antes da mulher.
Neste ponto, existem interpretações diferentes. A primeira é a de que Adão seria um ser andrógino (macho e fêmea) e que a separação de Eva representaria a cisão da criatura original andrógina em duas.
A androginia de Adão é explicada em alguns textos rabínicos, como no Sepher Ha-Zohar, que contem a afirmação de rabi Abba: "O primeiro homem era macho e fêmea ao mesmo tempo, pois a escritura diz:
E Elohim disse: façamos o homem à nossa imagem e semelhança (Gênesis, 1,26). É precisamente para que o homem se assemelhasse a Deus que foi criado macho e fêmea ao mesmo tempo".
Existe, contudo, uma outra interpretação, que nos parece mais fascinante, a de que, a exemplo do que foi feito com os animais, Deus teria criado um casal: Adão e uma mulher que antecedeu a Eva. Esta mulher primordial teria sido Lilith, figura bastante conhecida da antiga tradição judáica.
Existe, contudo, uma outra interpretação, que nos parece mais fascinante, a de que, a exemplo do que foi feito com os animais,Esta mulher primordial teria sido Lilith, figura bastante conhecida da antiga tradição judáica.
Lilith não se submeteu à dominação masculina. A sua forma de reivindicar igualdade foi a de recusar a forma de relação sexual com o homem por cima. Por isto, fugiu para o Mar Vermelho.
Adão queixou-se ao Criador, que enviou três anjos em busca da noiva rebelde. Os três anjos eram Sanvi, Sansanvi e Samangelaf.
Os emissários do Senhor tentaram em vão convencer a fujona. Ameaçaram afogá-la no mar10. Lilith, porém, respondeu:
"Deixem-me, não sabeis que não fui criada em vão e que é meu destino dizimar recém-nascidos; enquanto é um menino tenho poder sobre ele até o oitavo dia, se é menina, até o vigésimo.
No entanto, ela jurou aos anjos, em nome do Deus vivo, de que sempre que avistasse as figuras ouapenas os nomes dos mensageiros de Deus, deixaria a criança em paz. Também aceitou o fato de que diariamente iriam perecer cem de seus próprios filhos".
Lilith foi transformada em um demônio femínino..."
QUE FIQUE CLARO QUE O CARÁTER "DEMONÍACO" NA ANTIGUIDADE NÃO INDUZIA, NECESSARIAMENTE, AO MAL.
O fato mais relevante, e de profunda importância é a apresentação do GÊNESIS ORIGINAL HEBRÁICO, que foi compilado e utilizado pelo VATICANO PARA SUBMETER AS MULHERES PARA SEGUNDO PLANO!
Além destes estudos, quero apresentar os textos originais, de onde os HEBREUS COMPILARAM O GÊNESIS, e o
utras histórias...
Portanto, mulheres não foram criadas da "costela" de nenhum Adão, esta história estava CODIFICADA, CRIPTOGRAFADA NAS ESCRITURAS HEBRÁICAS, OU O ANTIGO TESTAMENTO, COMO QUEIRAM!!!
E, como vimos no capítulo da Inquisição, este mito foi absurdamente utilizado pelo Vaticano para HUMILHAR AS MULHERES!
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